Perdoar é conceder dons e outorgar ao outro o dom da luz. Perdoamos (permitimos um dom) quando somos capazes de ver algo bom noutra pessoa e nos afastamos sem rancor, deixando para trás o passado.
Perdoar é libertar-se do jugo do rancor que nos amargura o presente, martelando-nos a alma com os acontecimentos cheios de fracassos do passado.
Arrastar cargas inúteis, ir de um lado para o outro com uma bagagem pestilenta, pesada, caduca e inútil leva-nos ao cadafalso mais infame que pode existir: o de amargurarmos a nossa própria vida.
Se não quiser tempestades na sua vida, não semeie ventos.
Rosetta Forner
Contos de Fadas para aprender a viver
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