E quando é que é a melhor altura para dizer aos outros aquilo que não
gostam de ouvir? Nunca. Não é bom de se ouvir nem de se dizer, é chato e incómoda
todos… por isso, os momentos “quentes” acontecem! As pessoas deviam ser mais
verdadeiras, discutirem e aceitarem opiniões, sem ressentimentos ou ferir susceptibilidades…
assim, não doía tanto! Mas pronto, tem de haver sempre drama. É típico.
O que interessa aqui é que, trata-se de um direito que me assiste, os
outros só têm de ouvir, respeitar e calar…
Se eu um dia pedir ajuda ou opinião na forma como educo os meus
filhos, quem quiser estar disponível, eu agradeço… caso contrário, respeitem as
minhas opções, decisões e procedimentos enquanto mãe, que tal como o pai, somos
as pessoas mais interessadas e preocupadas com o bem deles. Se falharmos, a responsabilidade é nossa.
Não tenho de explicar aos outros o que considero melhor para os meus
filhos, cada um sabe o que é melhor para si para si e para os seus… Quando eu digo que quero que seja de determinada maneira, terá
de ser, porque senão… não sou eu que tenho de sair prejudicada, era o que mais
faltava!
Não admito que se considerem em direito e liberdade de tomar atitudes como se tivessem poder de igual, e muito menos perante a minha presença (ignorando-a simplesmente)... não me subestimem!
Se eu quero ensinar o respeito ao meu filho, tenho de ser o exemplo; se eu quero que o meu filho me respeite, não posso admitir que outros me desautorizem na sua presença...
Por isso, a bolha tinha de rebentar depois de várias situações que
comprometem a segurança e a saúde do meu filho, e outras constantes em que se
passa por cima da minha autoridade de mãe... e não me digam que "não é por mal"... sabem-no bem, sabem bem aquilo que eu não gosto, e teimam em provocar... porque também elas têm um "odiozinho de estimação" aqui pela menina, bem sei!
Que as pessoas não queiram aprender, evoluir, é problema delas! E se
eu estou cheia de teorias e manias, também é problema meu. E sim, aprendo
muitas coisas na internet, mas a escola da vida, tem-me ensinado muito mais! E
eu estou cada vez mais consciente de que a vida é uma passagem, uma
aprendizagem… há momentos e situações em que o silêncio é de ouro, mas há outras
que temos de, como diz o outro, "não deixem nada por dizer, nada por fazer" (?)
Apoio inteiramente o que dizes. Pelo que li a coisa deve ter sido feia.
ResponderEliminarAs vezes temos mesmo de nos impor. Beijinho
Penso EXACTAMENTE o mesmo. Força!! Bjs
ResponderEliminarApoio a 100% e penso da mesma maneira. Acho que se todos tivessemos respeito pelo próximo, em todas as situações, certas coisas não se passavam. Parte-se do príncipio que se queremos ser respeitados, devemos dar-nos ao respeito, e isso acontece para todas as pessoas. Acho que fez muito bem em impôr-se e pode ser que assim os que têm o tal "ódio de estimação" tenham consciência dos limites que transpuseram. Às vezes não têm, mas por experiência própria a mim só me respeitam quando arregalo os olhos e falo num tom mais alto e assertivo. Não é má educação, é marcar uma posição, quem não gosta tem bom remédio. Força e que Deus a ajude e ilumine essas pessoas..
ResponderEliminarPenso da mesma forma que tu.Parabéns pela coragem.
ResponderEliminarBeijinhos
Como eu te entendo. Ele há coisa que mais me aborreça é que me digam o que eu devo ou não fazer, simplesmente nas coisas básicas de ser mãe. E se me desautorizarem então, ainda não lá cheguei porque o meu bebé ainda é pequenino mas não me façam chegar a mostarda ao nariz...
ResponderEliminarBeijinho e obrigada pela visita no meu blog ;o)